Atendimento bancário via Facebook, é verdade!

Se eu tivesse visita de todos os habitantes do planeta terra e pedisse para quem tem raiva de banco clicar num anúncio publicitário do meu blog, acho que seria mais rico que o Bill gates e o Eike Batista Juntos! Ontem fui nio banco no meu horário de almoço e depois de 40minutos desistí, atendimento muito demorado, ridículo. Inclusive enviei um email de reclamação para o ministério público do Rio de Janeiro e para o Procon, vamos ver no que dá.

Enfim, recebí um email de um amigo meu com a matéria que diz que alguns bancos vão iniciar atendimento online! Via redes sociais, iniciando pelo facebook. Daqui a pouco terá até twitcam hehehe… Zueira, mas pô, se isso for adotado pelos grandes bancos nacionais, acho que será muito bom para todo mundo! Hoje eu tento fazer tudo online, mas nem tudo é possível, infelizmente. Se não acreditar você pode acessar diretamente o site do facebook para ver mais (http://www.facebook.com/ASBBank). Leia a matéria abaixo:

Quando eu falava que as redes sociais seriam capazes de abrigar qualquer conteúdo ou serviço, não imagina que até os setores mais conservadores e fechados, como é o caso do setor bancário, poderia escancarar sua presença digital.

Conheço alguns “bancos 2.0″ (vide Prosper e Wasabe), mas um banco tradicional que migrou o serviço de atendimento, por exemplo, para uma rede social, é uma grande surpresa.

Quem inovou assim foi o ASB Bank da Nova Zelândia.

Na página do banco no Facebook, os internautas podem falar com os funcionários em tempo real, através de um chat privado. Ainda possível solicitar informações sobre empréstimos bancários, poupanças e até saber como efetuar câmbios de moedas para viagens.

O banco garante o sigilo das conversas e disponibiliza atendimento 7 dias por semana, das 8 horas às 21 horas. No momento em que este post está sendo escrito, o serviço virtual está inacessível por conta do fuso neozelandês.

De acordo com o WeFind, site na qual tirei a informação, em breve também vai ser possível fazer transferências.

Quanto maior torna-se a tendência de marcar presença institucional em uma rede social, me pergunto se ter um site vai mesmo ser necessário.

Link: adivertido



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